Hilton Barroso em 5 fev 2010 | 104 views |
Comentário sobre texto do Marcelo Tás, Porque não sou petista:
Conheço o Marcelo tás e sei da sua competência como profissional de televisão. No entanto, não posso deixar de criticar este breve desabafo intempestivo.
Arrogantes são quase todos aqueles que um dia se vêm no poder. E, pior ainda, aqueles que se vêem pela primeira vez. Até esse famigerado dia, o PT era considerado um partido diferente e até do bem. Do bem significa dizer que, Continuar lendo…
Hilton Barroso em 10 jan 2010 | 100 views |
Tanto o crítico como o Juiz têm a incumbência de julgar. Porém, ao Juiz não pertence o direito de opinar, assim como ao crítico não pertence o direito de sentenciar. Ao Juiz cabe o discernimento no uso do poder. Cabe ao crítico o discernimento no uso da análise. Ambos julgam, porém com objetivos diferentes e sob circunstâncias diferentes.
Desconfio que em nossas faculdades de jornalismo não se estudam os fundamentos da crítica. Normalmente vejo no crítico, lendo a crítica, alguém em que havia ansiedade prematura e previsões equivocadas. E tal decepção, independentemente da qualidade do objeto analisado, desencadeia aquilo que normalmente se encontra nas pessoas em pleno estado de lamentação ou êxtase, após um porre na noite anterior.
Hilton Ellery Girão Barroso.
Hilton Barroso em 10 jan 2010 | 80 views |
AO PAINEL DO LEITOR – FOLHA DE SÃO PAULO
As pessoas deveriam conhecer melhor a nação iraniana. Trata-se de um País islâmico dos mais liberais e mais organizados. Sua estrutura educacional é modelo até para nações democráticas, tendo como fundo o ensino obrigatório para todas as crianças e mais de cem instituições de ensino superior. Sua taxa de alfabetização é de 81,3% da população com mais de quinze anos. Continuar lendo…
Hilton Barroso em 10 jan 2010 | 67 views |
Herói! Que herói! Herói sou eu, que sou roubado todos os dias pelos Governos Municipal, Estadual e Federal, e não posso atirar. Que “mato cachorro a grito” para sobreviver. Que não durmo à noite até saber que meus filhos, que moram numa das cidades mais violentas do mundo, chegaram sãos e salvos. Que dirijo em estradas esburacadas entre ônibus e caminhões inconseqüentes. Que tenho que pagar multa por excesso de velocidade em ruas mal sinalizadas e com variações de velocidade em sua extensão. Que tenho que pagar IPVA, PIS, CONFINS, IR, ISS, ICMS, IOF, INSS, pedágio, plano médico, seguro de vida, seguro de cartão, seguro obrigatório, seguro de passagem aérea, de passagem de ônibus, de carro, bicicleta, patinete, velocípede e, não demora muito, por simplesmente andar na rua. Herói sou eu, que sou da paz nesse mundo de guerras e conflitos histéricos. E, se me mandarem para uma delas, eu vou rir na cara deles.
Hilton Ellery Girão Barroso
Hilton Barroso em 5 dez 2009 | 115 views |

A Folha de São Paulo escancara as portas do Senado para mostrar o sarcasmo com que os nossos “intocáveis” e “eloqüentes” Senadores levam a vida. Em pleno recesso (férias para os normais) parlamentar, sancionam nada menos que seis milhões de reais em horas extras para seus funcionários particulares (se é que foram mesmo para os funcionários). Trata-se de mais uma extorsão ao povo brasileiro, mais uma vergonha para as nossas instituições políticas. Porém, pelo visto e pelas escutas a alguns parlamentares nos noticiários, não tão nem aí. Como sempre, matam no peito com total serenidade e, acima de qualquer suspeita, passam a bola para a retórica do “não sabia”, “vamos investigar”, “vamos ver os fatos”, etc. Meu Deus! Até quando isso perdurará? Fico imaginando como serão as horas extras do Senado em tempos de trabalho. Fico imaginando se não houvesse uma imprensa investigativa para nos mostrar quem são os verdadeiros homens que dirigem os rumos políticos deste País.
Hilton Ellery Girão Barros
Hilton Barroso em 24 nov 2009 | 117 views |

Por que, afinal, uma grande Construtora doaria trezentos mil reais a um Senador da República e dividiria alguns milhões com certos partidos políticos? Seria esse Senador, ou aquele partido, de grande exposição moral, inquestionavelmente idôneo e ideologicamente perfeito quanto às aspirações políticas dos donos da empresa? Seria por amor, ou amizade? Continuar lendo…
Hilton Barroso em 29 out 2009 | 112 views |
“FOGO DE PALHA” – PRISÃO FANTASIA
É somente mais um espetáculo de novela dramática realista em nosso cotidiano, cujo final, todos já sabem. Os protagonistas principais, entrincheirados sob a guarda de seus advogados espertos e das brechas judiciárias de nosso País, negam tudo e, ainda como pobres coitados, protestam com verdade praticamente esquizofrênica, uma perseguição política. “Coisa dos opositores, de Comunistas”. Continuar lendo…
Hilton Barroso em 12 out 2009 | 102 views |
O ser humano, quando pode, exacerba seu caráter violento por razões que a própria razão desconhece.
No período da Ditadura Militar havia o aval para a violência em troca de informação ou, o que é pior, meramente motivada por recalques de caráter de desvio pessoal. Continuar lendo…
Hilton Barroso em 22 set 2009 | 83 views |

Isso me lembra uma célebre frase de Vinícius de Moraes: “Nunca fiz amigos numa leiteria”. Isso me instiga a pensar quantos gênios da humanidade preservaram a saúde ou o meio ambiente sendo antitabagistas ou avessos ao álcool. Que eu me lembre, nenhum! Muito pelo contrário. Não houvesse o vício ou algo que deturpe engenhosamente o ser naturalmente inerte, quem seriamos afinal? Continuar lendo…
Hilton Barroso em 22 set 2009 | 142 views |
![sarney-charge_thumb[4] sarney-charge_thumb[4]](http://www.levianos.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/sarney-charge_thumb4.jpg)
Hoje a bola da vez é o Senador José Sarney. O “bode expiatório” perfeito para virar os olhos da imprensa e de órgãos fiscalizadores focados na lixeira do Senado. Não que ele seja um santo, mas também não é o único demônio. Naquela casa, santo é o que menos tem.
Gostaria de ler algo que responda, psicanaliticamente, o que faz um cidadão ter argumento suficiente e satisfatório de inocência e autodefesa para uma atitude claramente criminosa ou imoral. Ou seja, algo que analise a mente de um político.
O jogo é o seguinte: escreva o nome de cada Senador em um pedaço de papel, enrole-os e coloque-os dentro de um frasco opaco. Peça a alguém para tirar apenas um dos papéis enrolados. Abra-o. Agora envie o nome do Senador escolhido para a imprensa, para a Receita Federal e para o Tribunal de Contas da União, solicitando um simples “Nada Consta”. Ganha aquele que acertar a quantidade de “Nada Consta” como resposta. Caso não haja ganhador, acumula para o próximo sorteio. O risco desse jogo é nunca haver um ganhador.